Chuck Berry – After School Sessions (1957)

Chuck, ao lado de Jerry Lee Lewis foram os maiores “inquéritos” da história do rock.

Eles são fundamentais para o rock porque sem eles, os caras que vieram nos anos 60 e detonaram com a porra toda não teriam em quem se espelhar e ídolos malucos, errados e incorretos como Berry, Lewis, Gene Vincent, Cochran entre outros foram os caras que fizeram todo mundo querer ser que nem eles.

Até porque se espelhar em Cliff Richard, o negócio ia ser bem enfadonho.

Berry, junto a outros artistas negros da época ajudaram a quebrar as barreiras raciais entre negros e brancos e seus shows eram tão incendiários que a corda que segregava as duas plateias eram simplesmente jogadas ao solo, junto com o preconceito e com o racismo.

Influente, explosivo, gênio… daqueles que circulam em outra rotação e da qual estamos a milhas de distância.

Swingue, ele chaqualhou os esqueletos do planeta com seu rock cru, rockabilliy misturado com blues, honkie tonk music, música do coração da América.

Suas escalas, riffs e andamentos influenciaram todo mundo que veio depois e essas memoráveis sessões gravadas em 57, capturam todo o veneno, calor e humor desse monstro sagrado da sacanagem.

Tá lá: School Day, Too Much Monkey Business, No Money Down, Berry Pickin e Havana Moon, todas devidamente acompanhadas do outro gênio da Chess, o senhor Willie Dixon no baixo.

Discoteca básica…

E é isso. Fim de conversa!

 

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