The Klf – The White Room (1991)

Eu me lembro de ter comprado esse disco quase na época em que ele foi lançado, ou algum tempo depois…

Mesmo quando o mundo só falava em grunge e indie rock e eu era um entusiasta de ambos, confesso que ouvia esse disco escondido, sem entender direito o que me atraia nele, afinal era um disco de “pumpero”.

Até ai, eu também adorava o Pet Shop Boys e o Technotronic.

O fato é: só o tempo pode dar a ele a profundidade histórica necessária para torna-lo um dos mais importantes discos da primeira metade dos anos 90, e um dos hinos do fresco e fundamental movimento de música eletrônica que assolaria o mundo alguns anos mais tarde.

O Klf deflagrou o movimento de clubs e raves que na Inglaterra era uma febre e The White Room é certamente o pé na porta e a conclusão dessa viagem muito louca que tinha começado em algum momento nos anos 80, e vinha diretamente da cultura de discoteca, com o acrescimento de ácido, extase e outras bolinhas que tiverem a mão.

Algumas das mais emblemáticas músicas que faziam a galera perder o chão e se esbaldar eram: 3 A.M. Eternal, Last Train To Trancentral e claro What Time is Love?

The White Room é uma obra-prima, música de festa estranha, com uma combinacão única de Garage, House, Trance e Tecno de Detroit.

Quem foi jovem nessa época e pode dançar essas músicas como a coisa mais moderna deve ter lembranças muito boas.

Ou, se a festa foi muito boa, as lembranças podem ter se esvaído..

Melhor assim…

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